Interface conceitual com controles deslizantes ajustando tom e entusiasmo de uma IA

Quando falo sobre personalização em inteligência artificial, sempre busco uma experiência real, próxima do diálogo humano, mas adequada ao contexto de cada empresa. Foi lá no final de 2025 que a OpenAI trouxe algo muito aguardado: os novos controles de entusiasmo e tom do ChatGPT, permitindo que usuários escolham como querem interagir com o chatbot. Esse movimento responde não só a tendências tecnológicas, mas também aos feedbacks contínuos dos usuários, algo que eu vejo, no dia a dia da Fábrica de Agentes, como fundamental para amadurecimento de qualquer solução de IA.

Sim, agora finalmente podemos “ajustar” a personalidade do chatbot!

Por que esses controles eram pedidos?

Eu acompanhei com atenção as discussões e críticas que surgiram depois do lançamento do GPT-4o e do GPT-5. Ficou claro que personalidade importa, e não é pouco. Quem usava o GPT-4o reclamava que o modelo era “bajulador e irritante”, inclusive o próprio Sam Altman, CEO da OpenAI, comentou isso em tom de brincadeira, mas falou sério. Já o GPT-5 trouxe um tom mais frio e direto, considerado até meio “empresarial”, e rapidamente surgiram pedidos por mais controle nessa característica.

Negócios atendidos pela Fábrica de Agentes relataram situações parecidas: para algumas marcas, um agente de IA mais animado aproxima o cliente, criando um clima amigável. Em outros contextos, o que se busca é objetividade, texto curto, sem rodeios. Portanto, ser capaz de ajustar emoções, estilo e intensidade faz toda diferença no resultado e na aceitação do chatbot.

Como funcionam os novos controles?

Hoje, quando entro nas configurações do ChatGPT, vejo uma aba chamada “Personalização”. Nela, é possível escolher entre níveis “mais”, “padrão” ou “menos” para quatro características principais do chatbot. Isso permite calibrar as interações conforme a necessidade:

  • Entusiasmo: O chatbot pode soar mais animado ou neutro, dependendo do ajuste.
  • Emoji: Agora posso definir se o chatbot usa muitos emojis, menos deles, ou nenhum, mas sempre dentro de uma medida, mesmo selecionando “menos”, eles aparecem, só com menor frequência. Isso evita aquele risco de tentar zerar uma personalidade e acabar tornando o texto estranho ou artificial.
  • Detalhamento nas respostas: Posso pedir para o ChatGPT ser mais completo nas explicações ou mais direto ao ponto.
  • Sintetização e estilo informal: Dá para afinar o quanto ele é objetivo ou, se preferir, trazer um jeito mais informal às conversas.

Esses ajustes não eliminam completamente nenhum comportamento, apenas regulam a gradação e frequência de cada traço. Por exemplo, quem já tentou selecionar “menos emojis” sabe que eles ainda estão presentes, só aparecem pontualmente. Isso garante que a IA não perca naturalidade, inclusive em contextos mais técnicos ou corporativos, o que percebo como ponto alto para atendimento ao cliente B2B, cenário comum aqui na Fábrica de Agentes.

Configuração da aba Personalização do ChatGPT com ajustes de entusiasmo, emojis, detalhamento e tom informal

Existe diferença entre ajustar tom e escolher o estilo do ChatGPT?

Sim. Antes desses novos controles, já havia uma opção chamada “estilo e tom básicos”, que trazia variações como “profissional”, “cínico”, “formal” ou “casual”. Essas opções seguem disponíveis e agem como uma camada geral sobre o comportamento do chatbot.

Agora, com as novidades, posso afinar o resultado de cada característica principal do ChatGPT, além desses estilos. É como se eu tivesse um pincel mais fino para ajustar cada traço da personalidade da IA, uma diferença que fica evidente em perguntas sensíveis, apoio técnico ou interações mais humanizadas.

Detalhe que faz diferença: não há um modo “bot sem emoção”, mas sim uma regulação sutil, como uma conversa real teria.

Como isso impacta quem usa IA em empresas?

No contexto corporativo, esse tipo de ajuste me permite criar agentes ainda mais personalizados, adaptando o chatbot para refletir a cultura e as regras do negócio. Por exemplo:

  • Atendimento jurídico pode agora ser sempre sério e sóbrio, sem risco de um emoji escapando de surpresa.
  • Uma loja online voltada ao público jovem pode tornar o chatbot animado, engraçado e cheio de expressões modernas.
  • Equipes internas podem ajustar a IA para orientar colegas sobre processos de forma clara e breve, sem excesso de detalhes.

Vejo na prática como pequenas mudanças no tom e no entusiasmo tornam conversas com agentes de IA mais agradáveis ou mais claras, reduzindo ruídos e economizando tempo. No blog da Fábrica de Agentes, quando analisamos as verdades sobre uso de IA em empresas, comentei sobre a importância de alinhar respostas à voz da marca. Agora, consigo fazer isso com precisão ainda maior usando as novidades do ChatGPT.

Esses ajustes funcionam sozinhos ou com outros recursos?

A chegada dos controles de entusiasmo e tom foi acompanhada de outras mudanças importantes lançadas recentemente na plataforma ChatGPT: buscas por voz aprimoradas, sugestões rápidas de tópicos, histórico de conversas inteligente, entre outros.

Na minha experiência, combinar as novas ferramentas multiplica o resultado positivo. Quando falo com clientes ou escrevo sobre inteligência artificial aplicada, recomendo sempre experimentar diferentes níveis de entusiasmo, informalidade e detalhamento, até encontrar a “voz” perfeita do agente para cada função.

Pessoa ajustando chatbot para comunicação com clientes em ambiente empresarial

Exemplos práticos: o que muda na resposta do ChatGPT?

Testei diversos cenários. Pedindo dicas de viagem, com entusiasmo no modo “mais”, o chatbot trouxe exclamações, usou expressões positivas e emojis para ilustrar sugestões. Na mesma pergunta, coloquei entusiasmo em “menos” e pedi tom profissional: as respostas vieram diretas, sem enfeites e sem emojis, perfeitas para montagem de um relatório.

Ao trabalhar com integração de agentes de IA, como abordei no post como criar agentes de IA integrados a sistemas, percebi que pequenas escolhas na configuração do ChatGPT mudam não só a experiência do usuário final, mas também a qualidade da informação entregue.

  • No setor de vendas: entusiasmo alto engaja mais o cliente.
  • No suporte técnico: detalhamento alto reduz dúvidas e retrabalhos.
  • Com público sênior: informalidade em baixa gera mais confiança.

Cada ajuste pode ser testado, avaliado e modificado com rapidez, o que representa liberdade para empresas de todos os tamanhos, inclusive para quem não quer investir tempo em pesquisa ou prototipagem, buscando resultados diretos e práticos, exatamente como propomos na Fábrica de Agentes.

Essas novidades resolvem as críticas antigas?

Nenhuma atualização é perfeita, mas vejo que esse passo dado pela OpenAI mostra atenção aos desejos dos usuários. Ajustar entusiasmo, detalhamento e o uso de emojis deixa o chatbot mais flexível, personalizável e próximo do que as equipes realmente precisam. Ainda existe grande espaço para evolução, e discutir melhores práticas de desenvolvimento de IA, como no artigo sobre desenvolvimento de software com IA, mostra que o olhar crítico e a adaptação constante são o caminho.

Mais controle para o usuário é sempre avanço.

Onde aprender mais e seguir evoluindo?

Como profissional que acompanha tendências em IA há anos, só posso recomendar: teste os novos controles conforme o propósito do seu projeto, um agente animado pode vender mais, um agente sério passa mais seriedade em processos regulatórios. Se quiser ver outros exemplos do impacto do ChatGPT e possibilidades que a IA oferece para os negócios, sugiro a leitura do comparativo entre ChatGPT, Atlas e Chrome para navegação nativa de IA no blog da Fábrica de Agentes.

Ajuste a experiência do seu agente personalizado

Em resumo, essa atualização do ChatGPT, com novos controles na aba de personalização, mostra o quanto a inteligência artificial deve ser adaptável, transparente e moldada ao contexto de cada usuário ou empresa. O futuro dos agentes está em nossas mãos, com cada escolha e ajuste de tom refletindo a personalidade da nossa marca ou o perfil do nosso público.

Se você quer experimentar soluções de IA personalizadas desde o primeiro contato, conhecer casos de sucesso ou elevar o padrão de atendimento, eu convido você a explorar o universo de automação da Fábrica de Agentes. Crie agentes que falam a sua língua, e no tom certo.

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Sergio Camillo

Sobre o Autor

Sergio Camillo

Sergio Camillo é um especialista apaixonado por inteligência artificial e automação, dedicado a impulsionar empresas brasileiras por meio de soluções inovadoras baseadas em IA. Com foco em criar agentes inteligentes personalizados, Sergio valoriza o uso estratégico da tecnologia para aumentar a eficiência e produtividade nos negócios. Ele acredita que soluções sob medida, simples e aplicáveis, permitem às empresas conquistar vantagem competitiva concreta sem perder tempo com experimentação excessiva.

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